Confira alguns trechos da reportagem
Luciano Stutz, presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel), afirmou, em nota, que a Abrintel também acompanhou as discussões para a aprovação da nova lei. “Por sua modernidade, a nova legislação de Campo Grande pode ser tida, ao lado de outros bons exemplos, como Joinville (SC), Cachoeiro do Itapemirim (ES) e Paraíba do Sul (RJ), como legislações de referência para outras cidades”, disse Stutz.
A modernização da lei é necessária porque a tecnologia 5G exige um grande número de antenas – cerca de dez vezes mais que o 4G – para funcionar de forma satisfatória e, de acordo com as empresas de infraestrutura, as legislações municipais antigas são as principais responsáveis pela dificuldade de instalação de torres e antenas nas cidades.


